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quarta-feira, 1 de maio de 2013

As grandes navegações






Evolução da Navegação
Caravela
A navegação neste período foi revolucionada por Cristóvão Colombo, que efetuou uma modificação de um navio, construindo a primeira caravela.Esta foi a primeira a fazer a travessia de um Oceano, o Atlântico (em 1492); porém sendo, desde 1425, muito utilizadas para a exploração do litoral africano.
Sendo assim, eram inicialmente utilizadas para a navegação em águas rasas e perigosas, e, por serem pequenas, utilizadas em locais onde navios de porte não poderiam entrar. Porém, precisavam ser acompanhadas de navios de porte, pois estes levavam suprimentos necessário à população. Para as explorações litorâneas, eram colocadas velas latinas (vela triangular que facilitava a navegação com o vento a favor); mas, para as travessias oceânicas, utilizavam a velas quadradas (velas que poderiam ser utilizadas, também, com o vento em sentido contrário). A primeira caravela a ser modificado, foi Niña (por Colombo), porém a primeira a efetuar a travessia do Atlântico foi Pinta, em setembro de 1492.
Neste período, também é utilizado e desenvolvido novos instrumentos que facilitam a localização em alto mar: bússola, astrolábio e tábua de travessia. Além disso, esses instrumentos possibilitam aos cartógrafos desenharem mapas do mundo. Os astrolábios ajudavam a calcular latitudes; a bússola, o instrumento mais preciso desta época, é utilizada para indicara o rumo a seguir pelo navio; a tábua de travessia, utilizada para marcar a duração do curso do navio — em um período de até 4 horas —, apresentava furos onde se introduziam pinos a cada 30 minutos.
Inicialmente, os navios de guerra serviam para transportar tropas que capturavam navios inimigos, aproximando-se deles e o invadindo. Posteriormente, por volta do século XVI, adaptaram aos navios de guerra canhões em aberturas feitas em suas laterais. Isso foi estabelecido primeiramente pelos ingleses, instalando nos navios chamados de Great Harry e Marry Rose.
Barco a vapor.
Esses navios de guerra se aperfeiçoaram, surgindo o vaso de guerra (metade do século XVIII). Manteve supremacia até a construção dos navios a vapor e da chapa de couraças (navios protegidos com blindagem de aço). Esses novo tipo de navio de guerra era extremamente pesado — em grande parte, pela quantidade de muitos canhões — e poderosos o suficiente para formar a linha de batalha. Visavam não afundar o navio inimigo, mas sim bombardeá-los para depois subir a bordo e dominá-lo. Eram classificados de acordo com o número de canhões que possuía, sempre com 50 ou mais canhões. Os projéteis lançados pelos seus canhões podiam ser arredondados, balas de ferro duplas (estas giravam no ar, servindo para cortar os cabos do navio atacado) ou também metralhas (servindo para eliminar um grande número de homens).
Além de navios de guerra, havia os navios mercantes, que transportavam valiosas cargas, tão como ouro, prata e diamante. Esses eram utilizados por Holanda, Inglaterra e França, que comercializava com a Índia e o Extremo Oriente: trocavam suas mercadorias de valor por especiarias dessas regiões. E pelo fato de terem que ser defendidas dos piratas, supriam de grande armamentos, sendo realmente navios de guerra, tanto que eram usados em épocas de conflitos. Sendo também navios de guerra, tão como esses, foi substituído por navios movidos a vapor (no século XIX), devido a maior eficácia em rapidez e economia desses novos navios.







Barco a vapor
  

 


vs




navio atual
                                        


Texto de Nayanne Chaves

A evolução das navegações


 

O que foram as grandes navegações? 


As grandes navegações foram um conjunto de viagens marítimas que expandiram os limites do mundo conhecido até então. Mares nunca antes navegados, terras, povos, flora e fauna começaram a ser descobertas pelos europeus. E muitas crenças passadas de geração a geração, foram conferidas, confirmadas, ou desmentidas. Eram crenças de que os oceanos eram povoados por animais gigantescos ou que em outros lugares habitavam seres estranhos e perigosos. Ou que a terra poderia acabar a qualquer momento no meio do oceano, o que faria os navios caírem no nada.






As rotas:

 

Descobrimentos

Até chegar à exploração do espaço sideral, o homem levou muitos séculos para descobrir e percorrer os caminhos da Terra, muitas vezes encontrando a morte nessa busca, freqüentemente apoiada em informações, instrumentos e equipamentos ainda precários.

Dá-se o nome de descobrimentos à expansão marítima européia do começo do século XV ao fim do XVIII, que resultou no conhecimento da maior parte da África e da Ásia e na revelação de continentes ignorados: as Américas e a Oceania. O intercâmbio comercial com a Índia e a China, já alcançado pela antiguidade clássica, havia retrocedido na Europa medieval, assim como a informação geográfica sobre essas e outras regiões. As Canárias, descobertas por franceses nas primeiras décadas do século XIV, eram as antigas ilhas Afortunadas do mundo greco-romano. E o descobrimento pelos viquingues, no fim do século X, da Groenlândia e da América setentrional ficara esquecido bem antes do desaparecimento, no começo do século XV, da pequena cristandade groenlandesa.


ALUNA:NAYANNE CHAVES OLIVEIRA
COLÉGIO:MONSENHOR NEIVA
SÉRIE:6ª 


















segunda-feira, 29 de abril de 2013

navegações

Gregos





Os gregos usavam os trirremes, barcos que tinham cerca de 36 metros de comprimento e tripulação de mais de 150 remadores. Os navios cobriam cerca de 180 milhas náuticas a uma velocidade constante de 7,5 nós. Também dispunham de velas quadradas, que nem sempre podiam ser utilizadas no impetuoso Mar Mediterrâneo. Eventualmente, podiam ser impelidos por uma vela redonda. Esse navio de escravos a remo impulsionou as cidades-estado gregas clássicas e, em particular, Atenas como forças navais. Durante as guerras com a Pérsia, Atenas comandava sozinha mais de 200 desses navios.

abaixo mostra-se imagens de trirremes:

   


   


  

 

         


ALUNA: NAYANNE CHAVES OLIVEIRA

COLÉGIO:MONSENHOR NEIVA

SÉRIE: 6ª

terça-feira, 16 de abril de 2013

O celular : Um meio de comunicação

O celular foi criado em  1947 pelo laboratório Bell, nos Estados Unidos., é efetuado por  ondas electromagnéticas que permite a transmissão bidirecional de voz e dados utilizáveis em uma área geográfica.O primeiro celular foi desenvolvido pela Ericsson, em 1956, denominado Ericsson MTA               ( Mobilie Telephony A ) Ericsson MTA, pesava cerca de 40 quilos e foi desenvolvido para ser instalado em porta malas de carros.

O celular foi como um atendimento á necessidade humana, foi como um meio de comunicação, onde as pessoas se falavam através de um simples aparelho.O celular naquela época era muito valorizado, hoje nem tanto, as pessoas da atualidade compram "GRANDES E CAROS CELULARES" só, muitissímas vezes, para causar uma boa impressão. Algumas pessoas, compram o celular para seu uso diário (se comunicar,passar mensagens etc) já outras, compram para o uso desnecessário, isso é, comprar e não usar. Muitas vezes é só para causar uma boa impressão, e não para seu uso; na atualidade vem se desenvolvendo e melhorando muitas coisas, hoje por exemplo temos o tablet, notebook e o celular top screen.




Celular top screen

Notebook
                                                         Tablet que vira notebook

 Artigo de Andressa Tirza