Evolução da
Navegação
Caravela
A navegação neste período foi revolucionada por
Cristóvão Colombo, que efetuou uma modificação de um navio, construindo a
primeira caravela.Esta foi a primeira a fazer a travessia de um Oceano, o
Atlântico (em 1492); porém sendo, desde 1425, muito utilizadas para a
exploração do litoral africano.
Sendo assim, eram inicialmente utilizadas para a
navegação em águas rasas e perigosas, e, por serem pequenas, utilizadas em
locais onde navios de porte não poderiam entrar. Porém, precisavam ser
acompanhadas de navios de porte, pois estes levavam suprimentos necessário à
população. Para as explorações litorâneas, eram colocadas velas latinas (vela
triangular que facilitava a navegação com o vento a favor); mas, para as
travessias oceânicas, utilizavam a velas quadradas (velas que poderiam ser
utilizadas, também, com o vento em sentido contrário). A primeira caravela a
ser modificado, foi Niña (por Colombo), porém a primeira a efetuar a travessia
do Atlântico foi Pinta, em setembro de 1492.
Neste período, também é utilizado e desenvolvido
novos instrumentos que facilitam a localização em alto mar: bússola, astrolábio
e tábua de travessia. Além disso, esses instrumentos possibilitam aos
cartógrafos desenharem mapas do mundo. Os astrolábios ajudavam a calcular
latitudes; a bússola, o instrumento mais preciso desta época, é utilizada para
indicara o rumo a seguir pelo navio; a tábua de travessia, utilizada para
marcar a duração do curso do navio — em um período de até 4 horas —,
apresentava furos onde se introduziam pinos a cada 30 minutos.
Inicialmente, os navios de guerra serviam para
transportar tropas que capturavam navios inimigos, aproximando-se deles e o
invadindo. Posteriormente, por volta do século XVI, adaptaram aos navios de
guerra canhões em aberturas feitas em suas laterais. Isso foi estabelecido
primeiramente pelos ingleses, instalando nos navios chamados de Great Harry e
Marry Rose.
Barco a
vapor.
Esses navios de guerra se aperfeiçoaram, surgindo o
vaso de guerra (metade do século XVIII). Manteve supremacia até a construção
dos navios a vapor e da chapa de couraças (navios protegidos com blindagem de
aço). Esses novo tipo de navio de guerra era extremamente pesado — em grande
parte, pela quantidade de muitos canhões — e poderosos o suficiente para formar
a linha de batalha. Visavam não afundar o navio inimigo, mas sim bombardeá-los
para depois subir a bordo e dominá-lo. Eram classificados de acordo com o
número de canhões que possuía, sempre com 50 ou mais canhões. Os projéteis
lançados pelos seus canhões podiam ser arredondados, balas de ferro duplas
(estas giravam no ar, servindo para cortar os cabos do navio atacado) ou também
metralhas (servindo para eliminar um grande número de homens).
Além de navios de guerra, havia os navios
mercantes, que transportavam valiosas cargas, tão como ouro, prata e diamante.
Esses eram utilizados por Holanda, Inglaterra e França, que comercializava com
a Índia e o Extremo Oriente: trocavam suas mercadorias de valor por especiarias
dessas regiões. E pelo fato de terem que ser defendidas dos piratas, supriam de
grande armamentos, sendo realmente navios de guerra, tanto que eram usados em
épocas de conflitos. Sendo também navios de guerra, tão como esses, foi
substituído por navios movidos a vapor (no século XIX), devido a maior eficácia
em rapidez e economia desses novos navios.
| Barco a vapor |
vs
navio atual
|
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